Os cinco melhores shows segundo a equipe da Overload

Em 2015 a Overload completa dez anos de história, oito deles produzindo shows e turnês. No total já fizemos quase 150 shows de 70 artistas diferentes em 13 cidades pelo Brasil.

Em comemoração aos nossos dez anos, perguntamos a nossa equipe: quais foram os cinco melhores shows que já produzimos?

Parte do pessoal está em São Paulo, parte no Rio. Nem todo mundo esteve em todos os shows. Tem gente na equipe desde o começo, outros entraram recentemente. O critério foi livre, cada um pôde falar da sua experiência sem nenhuma regra. Abaixo segue o ranking seguido pelos palpites de cada um dos membros da nosso time . E para você, quais foram os melhores shows que produzimos? Deixe seu comentário! Se quiser refrescar a memória, aqui tem a lista completa: http://overload.com.br/empresa

Os melhores shows segundo a equipe da Overload:

1 – God is an Astronaut

God is An Astronaut

2 – The Maine

The Maine Pat

3 – Bad Religion

Bad Religion no Circo

4 – Anneke Van Giersbergen & Daniel Cavanagh

Anneke Rio

5 – The Reign of Kindo

The Reign of Kindo

As escolhas de cada membro da nossa equipe:

Alessandra Tolc – Fotógrafa

1 – Nightwish – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2012)
Apesar de não ser fã da banda, vibrei ao saber que Floor Jansen assumiria os vocais. Fiquei boquiaberta ao vê-la de pertinho em toda a sua magnitude e cabelos esvoaçantes naquela noite! Pelas trocas de olhares e brincadeiras durante a apresentação, era visível a empolgação de todos os integrantes da banda com a nova formação, o público por sua vez também estava enlouquecido!

2 – Anneke van Giersbergen & Daniel Cavanagh – Manifesto (São Paulo, 2014)
O show que fechou com chave de ouro uma turnê muito especial para mim. Esse dueto fala por si só, quando aliado aos fãs fiéis de sempre e uma casa – já super intimista – lotada, é magia do início ao fim! Maravilhoso.

3 – God Is An Astronaut – Teatro Rival Petrobras (Rio de Janeiro, 2014)
Incrivelmente enérgico. Confesso que eu não esperava tanta presença de palco em uma apresentação quase que exclusivamente instrumental mas os caras são simplesmente sensacionais!

4 – Pain of Salvation – Teatro Rival Petrobras (Rio de Janeiro, 2015)
Um show denso, intenso e inexplicavelmente belo! Sou dessas que gostam da expressão “menos é mais”, então acredito que eu tenha resumido muito bem a minha primeira experiência os assistindo.

5 – The Maine – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2015)
Outra banda que ganhou a minha admiração não só pela música em si, mas por quem eles são e o que representam. Muito amor, carinho e dedicação aos fãs, que retribuíram com cada verso cantado a plenos pulmões durante todo o show! Lindo e contagiante.

Antonio Sandoval – Produtor

1 – Alcest – Via Marquês (São Paulo, 2014)
O número 1 foi realmente difícil de escolher, fiquei na dúvida entre Alcest e o número 2. Não escolhi simplesmente por ser uma das minhas bandas preferidas. Explico: sempre que descubro que vou trabalhar com uma banda que adoro, juro que dá um medinho. São vários os pensamentos que passam pela minha cabeça: “vai que são escrotos”, “vai que o show é uma merda”, “vai que eles usam playback em todas as músicas” e até mesmo “vai que eles amam Coldplay”. Porém, percebi que eram sensacionais já no hotel: O Alcest foi a única banda que trabalhei que realmente teve vontade de conhecer São Paulo. E não só conhecer os pontos turísticos, eles queriam sentir São Paulo nas várias formas: comida, cultura, povo. Por dois dias fiquei dando rolê com eles como se fôssemos brothers das antigas. Levei-os até pra tomar açaí! Banda mais legal do mundo de se trocar ideia. Simplesmente sensacional. Confesso: me deu uma leve tristeza quando eles foram embora. Volta, Alcest!

2 – The Maine – Carioca Club (São Paulo, 2014 e 2015)
“Que diabos de banda é essa?”, foi o meu primeiro pensamento ao saber que trabalharia no show deles. Ao receber a cópia do passaporte, outro lance bizarro: são um bando de moleques! Foi assim que começou o meu preconceito: uma espécie de boy band (ruim) do rock, todos moleques e com fãs escrotas. Tinha um potencial enorme para ser uma das grandes tragédias que já presenciei ao vivo. Trabalhei em quatro shows deles e adorei cada um deles. É o tipo de banda que eu realmente queria que tivesse show todo semestre – não nego que se tivesse show deles em toda Lua cheia também não seria ruim, não. A banda é legal, o show é legal, o clima é legal, simplesmente tudo é legal. E vou ser sincero: se juntar show + banda + clima + fãs com certeza é o show mais legal de todos, mais que o do Alcest, meu número 1. Ah, antes que me esqueça: fãs do The Maine <3 São as melhores, fácil!

3 – Anneke Van Giersbergen & Daniel Cavanagh – Sebastian Bar (Campinas, 2010)
O primeiro show que trabalhei pra Overload, lá em Campinas. Tudo que lembro do show não pode ser escrito aqui, mas tá na lista porque foi onde tudo começou. Certeza que devo estar deixando de lado um show que foi mais legal, mas são coisas da vida. Sobre o show, só tenho isso a dizer: músicas lindas, som lindo, cantam muito! O clima desse show, nossa, é raro!

4 – God Is An Astronaut – Via Marquês (São Paulo, 2014)
De todo as as bandas que escolhi nesse top 5, essa é a única que está exclusivamente pelo show, e não por outros fatores. Sim, não nego, é uma das minhas bandas preferidas, ouço sempre – estou ouvindo agora, aliás. Os caras são meio excêntricos, no mau sentido, mas o show é tão bom que tudo isso é deixado de lado. Show impecável, uma qualidade ao vivo que tenho certeza que nunca mais vou ver algo igual. O show foi tão bom, mas tão bom, que acho que ninguém ligou muito para o fato de que o PA queimou (!!!) durante o bis.

5 – The Reign Of Kindo – Manifesto (São Paulo, 2011)
Eu vi um segurança de 2 metros, naipe estivador, chorar nesse show porquê, do nada, a banda –maravilhosa! – chama um cara para o palco para pedir a namorada dele em casamento. Lembro claramente dessa cena e do segurança dizendo “essas coisas me emocionam”. Simplesmente não preciso dizer mais nada. Como falei pouco sobre eles, indico aqui a melhor música pra quem não conhece a banda: “Hard to Believe”.

Bônus: Andy Mckee. Ele é um monstro, toca muito. O último show dele por aqui foi no Bourbon Street (ponto para a Overload!). O lugar é sensacional, uma das melhores casas de show que já fui. Porém, os sacanas da Overload colocaram o show no dia da final da Champions League (puta vacilo com os fãs do esporte!). Mas tudo bem, o show foi muito, muito bom, o Andy Mckee é gente boa demais e no final serviram um jantar que me fez sentir como parte da alta sociedade paulistana.

Ari Junior – Diretor de palco

1 – Bad Religion – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2014)
Banda do coração tocando numa casa como Circo Voador, que é uma experiência completamente diferente de outras venues convencionais. Equipe prática e fácil de trabalhar, e pedem pra repassar lista de camarim pra evitar desperdício de comida (walk like talk). Obrigado por convidarem pra fazer parte dessa experiência!

2 – Moonspell & Tiamat – Carioca Club (São Paulo, 2009)
Um dos primeiros shows de rock/metal na casa, que na época ainda estava se adaptando a essa nova realidade e estilo musical. O valor que dou a esse show foi de poder ter visto e trabalhado com Tiamat, banda que já gostava desde a época em que trabalhei na Century Media Records. Obrigado de novo!

3 – Pain of Salvation & The Reign of Kindo – Teatro Rival (Rio de Janeiro, 2012)
Uma dos grandes diferenciais da Overload em comparação com outras produtoras similares nesse mercado é o fato de experimentarem e trazerem artistas que achávamos que nunca veríamos por aqui. O resultado disso são combinações valiosas e ecléticas como a aposta no ótimo The Reign of Kindo no Brasil, banda praticamente desconhecida do grande público e diferente de qualquer outra coisa que já ouvi. A combinação mais eclética já feita pela Overload (sem contar o festival) foi aproveitar a passagem do não menos ótimo Pain of Salvation para juntar as duas bandas em uma das mais memoráveis noites de rock no Rio, mostrando que podemos SIM dividir espaços com bandas não tão parecidas.

4 – Anneke van Giersbergen & Daniel Cavanagh – Teatro Rival (Rio de Janeiro, 2014)
Outro exemplo de show de rock diferente são os formatos acústicos, formato esse que está bem desgastado por ser muito reproduzido e muitas vezes sem fazer jus ao formato. Não foi o caso da Anneke e Daniel, que provam que menos é mais e, com a simplicidade e bom gosto, entregaram um show daqueles que você volta pra casa agradecendo a si mesmo por não ter perdido a oportunidade de ver.

5 – Helloween & Gamma Ray – Fundição Progresso (Rio de Janeiro, 2013)
Confesso que já não sou tão fã dessas duas bandas como já fui um dia. Porém poder ter trazido esse show histórico pro Rio em uma casa como a Fundição Progresso é um feito honroso, pois são bandas que foram muito cultuadas por aqui décadas atrás e que continuam arrastando muita gente, a prova foi o público que compareceu em peso. Essa foi pro curriculum.

6 – Glenn Hughes – Carioca Club (São Paulo, 2015)
Trabalhei com Glenn Hughes em 2007 e não foi uma boa experiência, nem pra ele e nem pra mim. Ter tido a oportunidade de trabalhar de novo, poder comentar a respeito do show de oito anos antes e ouvir do próprio Glenn que o problema não foi a equipe, e sim a situação em que a banda estava inserida na época, foi como ter tido feito as pazes com ele, mesmo sem termos tido atrito da outra vez. Afinal, a equipe era a mesma e desta vez foi tudo sensacional. O bônus foi poder ter trabalhado, assistido e conhecido o guitarrista Doug Aldrich. Não tem preço.

Quase entraram: Circle ll Circle, Sodom, Epica & Dragonforce e Flogging Molly.

Filipe Barcelos – Runner e produtor

1 – Bad Religion – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2014)
O show mais incrível e que tenho orgulho de ter trabalhado. Cresci escutando cada música desses caras, foi surreal! Até hoje comento com todos sobre esse show que deixou o Circo Voador pequeno.

2 – Misfits – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2014)
Além de ser uma das minhas bandas prediletas, nunca vi tamanha interação entre banda e público. Já mais vou esquecer do Jerry Only chamando uma criança do público para cantar a música com ele! Incrível.

3 – Flogging Molly – Teatro Rival Petrobras (Rio de Janeiro, 2012)
Extremamente divertido e empolgante! Que show foi esse? Os caras pareciam que estavam em casa. Depois ainda foram até beber com os fãs nos botecos em frente ao Rival.

4 – The Maine – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2014)
Apesar de não fazer parte do meu gosto musical, a banda entra no meu top 5 das mais incríveis com quem já trabalhei. Os caras são tão gente boa que parece que o backstage é um grande playground.

5 – Anneke van Giersbergen & Daniel Cavanagh – Estrela da Lapa (Rio de Janeiro, 2010)
Meu primeiro trabalho com a Overload! Esse show foi inesquecível pra mim. Lembro muito bem do Estrela da Lapa mega lotado e com uma energia perfeita! Um dos shows mais emocionantes que já assisti.

Gustavo Garcia – Sócio

1 – God is an Astronaut – Teatro Rival Petrobras (Rio de Janeiro, 2014).
Talvez o som mais alto e mais cristalino que já tivemos.

2 – Bad Religion – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2014)
Verão no Rio + Bad Religion + Circo Voador lotado.

3 – Millencolin – Carioca Club (São Paulo, 2010)
Lindo sold out e show épico, apesar do calor.

4 – Sodom – Hammer Rock Bar (Campinas, 2008)
O melhor show ruim da nossa história. Tudo pra dar errado, mas no final foi histórico.

5 – Angra – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2013)
O Circo tem talvez a melhor atmosfera pra shows. Retorno em grande estilo do Angra ao Rio.

Jean Dinasci – Diretor de palco

1 – Epica – Audio Club (São Paulo, 2015)
O show foi impecável tecnicamente e em sua execução, esse foi sem dúvidas um dos grandes destaques do cenário metal nos últimos anos.

2 – God is an Astronaut – Via Marquês (São Paulo, 2015)
Fiquei surpreendido com a estrutura da banda e com a sagacidade de fazer tudo aquilo funcionar perfeitamente, excelentes músicos e uma ótima equipe técnica.

3 – The Maine – Carioca Club (São Paulo, 2014)
É inegável que o The Maine é uma banda que impressiona ao vivo pela conexão com seus fãs. Destaque para um nível de produção elevado como, por exemplo, um meet and greet  para mais de mil pessoas.

4 – Kamelot – Carioca Club (São Paulo, 2014)
A principio esse show está no meu top 5 pelo nível da produção, foi um bom aprendizado. Também foi um grande show artisticamente, dava para ver a satisfação nos rostos dos fãs.

5 – Anneke van Giersbergen – Hangar 110 (São Paulo, 2013)
A Anneke sabe criar um clima único com qualquer estrutura, show impecável e memorável.

Léo Rocha – Diretor de palco

1 – Within Temptation – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2012)
O meu primeiro show de destaque mesmo foi Within Temptation no Circo Voador, onde, para atender a banda, trocamos grande parte do sistema de som e luz da casa. Em toda história da lona da Lapa pouquíssimas vezes isto aconteceu e ali escrevemos mais um capítulo.

2 – Metal Jam – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2014)
Em 2014, bem no meio da Copa, assumimos o projeto Metal Jam também no Circo Voador. Foi a combinação perfeita entre a união do profissionalismo da Overload e a garra de todos da Metal Jam. Pude rever grandes amigos de longa data e conhecer novas grandes pessoas e exímios músicos das novas gerações.

3 – God Is An Astronaut – Rival (Rio de Janeiro, 2014)
Uma das poucas vezes que desci do palco para assistir um show do começo ao fim foi no God Is An Astronaut quase um ano atrás e durante o primeiro Overload Music Fest no Teatro Rival. Driblando todas as dificuldades técnicas sempre presentes no Teatro Rival fomos brindados com um dos melhores shows produzidos pela empresa.

4 – Sonata Arctica – Rival (Rio de Janeiro, 2013)
Muitos artistas e bandas já se tornaram até amigos nossos. Um destes casos é o Sonata Arctica. A cada nova turnê, shows no Rio de Janeiro são certos como Carnaval em Fevereiro. Inclusive conseguimos a proeza de fazer duas datas no Teatro Rival em Março de 2013.

5 – My Dying Bride – Teatro Rival (Rio de Janeiro, 2013)
No mesmo Teatro Rival conseguimos realizar o sonho de muitos trazendo My Dying Bride em Abril de 2013. Outro show clássico e memorável.

Lucas Novaes – Sócio

1 – The Reign of Kindo – Rio Rock & Blues Club (Rio de Janeiro, 2011)
Este foi certamente foi o meu show favorito entre todos que produzimos. Por muitas vezes o público, que esgotou os ingressos, cantou mais alto que o som que vinha do palco, uma energia indescritível. A banda não acreditava no que via e ouvia.

2 – God Is An Astronaut – Teatro Rival Petrobras (Rio de Janeiro, 2014)
Está aí uma banda ousada. Seu setup no palco é complexo e minucioso, levando cinco horas para ser montado. Não abrem mão disso nem em um festival, tendo assim todo o tempo necessário para atingir o som magnífico que eles tiram do palco. Ver a banda e sua equipe em ação é inspirador. A excelência não se restringe à parte técnica. O show é igualmente incrível e a presença de palco é energética e contagiante. Tudo isso é ainda mais impressionante ao se considerar que se trata de uma banda de rock instrumental.

3 – Anneke van Giersbergen & Daniel Cavanagh – Blackmore e Estrela da Lapa (São Paulo e Rio de Janeiro, 2010)
Foram duas turnês e oito shows da dupla Anneke van Giersbergen e Daniel Cavanagh pelo Brasil. Todos foram bons, mas considero estes dois especialmente memoráveis. O show de São Paulo teve um feeling incrível, apesar do Blackmore não ser exatamente o melhor local para receber este espetáculo. A sintonia com a plateia foi rara: o silêncio absoluto reinou nos momentos mais delicados e coros em uníssono dominaram a casa em momentos grandiosos. Foi especialmente bonito em “One Last Goodbye”, quando o coro do público acompanhou Danny Cavanagh com a sutileza que a música pede. O show do Rio não foi tão intimista, o público foi um pouco mais rock and roll. Porém, o Estrela da Lapa era um lugar charmoso que contribuiu muito com o clima do show. Pena que pouco tempo depois ele foi transformado no Bar da Boa.

4 – The Maine – Carioca Club (São Paulo, 2014)
Ingressos esgotados, banda incrivelmente gentil com fãs e equipe, fãs dedicados e um show simples e divertido. Poderiam todos ser assim, eu não reclamaria.

5 – Epica – Audio (São Paulo, 2015)
Uma excelente turnê que teve seu ponto alto exatamente no último show, em São Paulo. O show deixa uma mensagem clara: o Epica é, e quer ser, uma banda de metal. Ao contrário de outros grupos com vocais femininos que buscam uma sensibilidade mais pop, o Epica se posiciona como uma banda de heavy metal. E são bons demais nisso.

Luiz Menezes – Diretor de palco

1 – The Maine – Carioca Club, Opinião e Music Hall (São Paulo, Porto Alegre e Curitiba, 2014)
Apesar de não ser muito meu estilo, o entrosamento da equipe – uma das mais legais com quem eu trabalhei – e da banda (que parecia genuinamente feliz em tocar aqui) foi me ganhando aos poucos e acabaram por fazer daqueles shows uns dos meus preferidos na Overload.

2 – Bad Religion – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2014)
Não esperava muito de um show deles no ano passado, ainda mais sem o Greg Hetson. Mas a casa estava lotada, o setlist foi especialmente escolhido com uma pá de música antiga e a banda entregou uma das performances mais energéticas que já vi deles. Noite clássica!

3 – Pain of Salvation & The Reign of Kindo – Teatro Rival Petrobras (Rio de Janeiro, 2012)
Eu tinha feito uma apresentação do Reign of Kindo uns dias antes no Rio Rock & Blues e gostado muito dos caras. Nessa feita, a gente teve que montar e desmontar o palco duas vezes devido ao horário de chegada do Pain of Salvation e sua passagem de som, mas valeu totalmente à pena. Duas bandas de sons díspares, mas que se completaram perfeitamente naquela noite.

4 – Tim Ripper Owens – Rio Rock & Blues (Rio de Janeiro, 2013)
Trabalhar no Rio Rock & Blues sempre foi fácil e agradável. Poder trampar e ver o Ripper Owens tão de perto seria um excelente bônus. O cara chegou e, sem aquecimento algum, já alcançou umas notas agudíssimas, mostrando a que veio. Banda de apoio afiada, um desfile de hits e a plateia ensandecida.

5 – Richie Kotzen – Teatro Rival (Rio de Janeiro, 2014)
Era um show que, tecnicamente, não esperava muito. Um power trio virtuoso e um baterista bem exigente que dirigia as coisas no palco, deixando o Richie livre para improvisar e destruir. Set list arrebatador, me fez ir buscar coisas da carreira solo dele quando cheguei em casa.

Menção honrosa: Jeff Scott Soto – Rio Rock & Blues (Rio de Janeiro, 2012)
Este merece ser lembrado por ser o meu primeiro junto à Overload. Fora isso, a banda do Jeff conta(va) com meu amigo Edu Cominato na bateria, e trabalhar com amigos é sempre melhor. Jeff estava animado, pedia caipirinhas direto no palco e a plateia pareceu responder ao clima de festa. Excelente estreia para mim!

Rodrigo Simas – Tour manager

1 – Fates Warning – Teatro Rival Petrobras (São Paulo, 2014)
Uma das bandas mais subestimadas da história do heavy metal fez seu único show completo no Brasil no Rio de Janeiro, no Teatro Rival. Além de ser um sonho realizado só assisti-los, foi também uma grande honra trabalhar com eles. Bucket list.

2 – Nightwish – Circo Voador (Rio de Janeiro, 2014)
Soubemos da troca de vocalista pouco antes da data da apresentação e que Floor Jansen tinha entrado na banda… Tudo acabou favorecendo o show, e devido a polêmica e a grande recepção que os fãs deram a ela, quem estava no Circo Voador lotado presenciou um grande espetáculo.

3 – Epica – Audio (São Paulo, 2014)
Todas as coisas legais que aconteceram nessa turnê culminaram em um show impecável na Audio, em São Paulo. O clima da banda, dos fãs e de todos que trabalharam contribuiu para fechar com chave de ouro a passagem do Epica pelo Brasil.

4 – Tim Reynolds and TR3 – Manifesto (São Paulo, 2013)
Guitarrista da Dave Matthews Band, Tim é um grande amigo e foi um projeto pessoal trazê-lo para o Brasil. Por isso foi muito marcante fazer os shows dessa turnê: fechamos a sequência em São Paulo com uma grande apresentação no Manifesto. Quem estava lá não se arrependeu!

5 –  Anneke van Giersbergen & Daniel Cavanagh – Estrela da Lapa (Rio de Janeiro, 2010)
Uma das primeiras vezes que trabalhei com a Overload, essa apresentação ficou marcada por ser um show acústico, no extinto e lindíssimo Estrela da Lapa, que fechou pouco depois disso. Boas lembranças!